Mais de 80 crianças e jovens já se inscreveram para participar do Festival Paralímpico Loterias Caixa 2026 em Volta Redonda

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Objetivo da Secretaria de Esporte e Lazer, que coordena o evento esportivo no município, é alcançar os 225 inscritos até o dia do evento, em setembro. Foto: Divulgação

Em menos de um mês, Volta Redonda já contabiliza 81 crianças inscritas para participar do Festival Paralímpico Loterias Caixa, edição 2026. O objetivo da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel), que coordena o evento esportivo no município, é atingir a meta de 225 inscritos no festival que acontece em setembro. Para fazer a inscrição, basta acessar o link https://forms.cloud.microsoft/r/hyWSaW0yTg disponível na Bio do perfil da secretaria no Instagram (@smel_vr).

O Festival Paralímpico, que promove vivência esportiva para crianças e jovens, preferencialmente, entre os 7 e os 17 anos, com e sem deficiência, será no dia 19 de setembro, mês em que se comemora o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e o Dia do Atleta Paralímpico (22). O evento ocorre simultaneamente em 148 municípios, representando as 27 unidades federativas do Brasil (26 estados e o Distrito Federal). 

Volta Redonda foi escolhida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) pela quinta vez – 2021, 2022, 2023, 2024 e, agora, 2026 – como uma das cidades sede do festival. No município, o Festival Paralímpico conta com a prática das modalidades Bocha, Vôlei Sentado e Parataekwondo (esporte que estreou nas Paralimpíadas de Tóquio, em 2021). As atividades acontecem na Arena Esportiva Nicolau Yabrudi (Seu Nula), na Avenida Nossa Senhora do Amparo, no bairro Voldac.

O subsecretário de Esporte e Lazer de Volta Redonda, Daniel Ferreira, lembrou que ainda dá tempo de se inscrever e participar do Festival Paralímpico. “Em 2024, última edição que o município sediou, foram 202 participantes na primeira etapa e 193 na segunda. Acreditamos que vamos atingir a meta de 225 inscritos em 2026”, afirmando que o evento democratiza o acesso ao esporte adaptado, permitindo que pessoas com e sem deficiência (cerca de 20% das vagas) brinquem juntas e aprendam a respeitar as diferenças.

“O festival promove a inclusão na prática. Crianças e jovens com e sem deficiência convivem em um ambiente lúdico e seguro, o que combate o preconceito. É uma chance de socializar, conhecer outras crianças e se divertir fora do ambiente escolar ou de casa. Além disso, o esporte ajuda a desenvolver a confiança, a coordenação motora e a independência dos participantes. E o festival funciona como uma porta de entrada para o paradesporto. Muitos atletas profissionais começam a treinar após esse primeiro contato”, disse a secretária da Smel, Rose Vilela, reforçando que Volta Redonda já sedia, anualmente, a Olimpede (Olimpíada da Pessoa com Deficiência), maior evento do tipo no Brasil.