TRE mantém mandato de prefeito de Angra dos Reis

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Claudio Ferreti e seu vice, Rubinho, estão mantidos no Executivo. Foto: Divulgação
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Angra dos Reis não precisará passar por uma eleição suplementar: por seis votos a um, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu, em favor de Cláudio Ferreti, rejeitar o pedido de cassação dos mandatos do prefeito de Angra dos Reis e do vice-prefeito, Rubinho Metalúrgico. A decisão desta quinta-feira (29) também beneficiou ao ex-prefeito da cidade, Fernando Jordão e à publicitária Gabriela Athias, sócia da empresa SOMMA Serviços de Comunicação, que afastou a inelegibilidade pelos próximos oito anos.

A Justiça Eleitoral afirmou que acolheu o recursos apresentado por não haver elementos suficientes para sustentar a condenação estabelecida em primeira instância por suposto abuso de poder político durante a campanha eleitoral de 2024.

Em suas redes sociais, o prefeito comemorou a decisão. “Eu disse que acreditava na justiça de Deus e na justiça dos homens, e continuo acreditando. Recebo essa decisão com serenidade, gratidão e muito respeito pela Justiça e pela democracia. Eu e o Rubinho fomos eleitos pelos angrenses com propostas concretas, e é com trabalho que a gente honra essa confiança todos os dias”, disse o prefeito.

Sobre o processo

O decreto foi expedido pelo juiz Carlos Manuel Barros do Souto, da 147ª Zona Eleitoral de Angra dos Reis, determinou a cassação dos mandatos de Ferreti e Rubinho em primeira instância. A ação movida pela Coligação Angra para Todos (PL/Novo), foi julgada parcialmente procedente e ainda declarou Jordão também inelegível por oito anos.

Foram apurados no processo alegações de disparo em massa de conteúdos contra o então candidato a prefeitura de Angra pelas durante as Eleições de 2024, Renato Araújo (PL), uma suposta organização criminosa e o uso de recursos públicos da Somma Serviços de Comunicação Ltda, jornalista contratada da prefeitura de Angra e sócia-administradora da empresa.

Entre as ações, a gravação de depoimentos de ex-funcionários da empresa de Renato sobre questões trabalhistas e outras pautas depreciativas, mediante pagamentos em espécie em torno de R$9 mil.