Estado precário e acidentes na BR-393 move líderes políticos

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BR-393 coleciona buracos e acidentes são semanais. Foto: Divulgação

Acontece nesta terça-feira (14) uma audiência pública sobre a situação da BR-393, a Rodovia do Aço, em Brasília. O encontro, organizado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, por meio do deputado federal Bebeto (PP), vai tratar assuntos como a caducidade da concessão, da ausência de fiscalização, aumento de acidentes e da necessidade de solução emergencial do trecho entre Sapucaia e Volta Redonda. O parlamentar aponta que a importância da rodovia federal para a mobilidade regional e do escoamento de cargas no estado, além da falta de estrutura mínima para segurança viária por falta de um processo de transição adequado após a caducidade no contrato da última concessionária.

Nomes confirmados

Entre os convidados já confirmados para a audiência está o Coordenador-Geral de Concessões do Ministério de Transportes, Anderson Santos Bellas; Coordenador-Geral de Manutenção do DNIT, Bráulio Fernando Lucena; Superintendente Executivo da PRF, Rodrigo Carvalhal; a Coordenadora de Prevenção e Atendimentos da PRF, Marina Leiko Higa; e a Procuradora da República, representando o MPF, Luciana Fernandes.

Prefeituras também presentes

Também estão confirmados Júlio Canelinha, prefeito de Paraíba do Sul; Jonas Dico, prefeito de Três Rios; e Kátia Miki, prefeita de Barra do Piraí, além de representantes das prefeituras de Sapucaia e Volta Redonda. Também comparece à audiência Márcio Fortes, Diretor de Relações Institucionais da Firjan e Delmo Pinho, assessor da Presidência da Fecomércio-RJ. Outros representantes do Governo do Estado do Rio e especialistas em segurança viária também estarão presentes durante a audiência pública no Distrito Federal.

‘Trajetória do Caos’

A entidade ADR Sul Fluminense desde o ano passado já vinha alertando sobre o cenário de caos com a caducidade do Contrato de Concessão com a K-Infra, decretada em junho de 2025: “Com os serviços de operação descontinuado, os impactos foram imediatos. Sem balança e pedágio, o tráfego aumentou, inclusive com cargas acima do limite, que fez aumentar o número de acidentes”.