Presidente da estatal fala de ambiente diverso para a segurança das pessoas
O presidente da Eletronuclear, Raphael Ehlers dos Santos, ressaltou sobre a importância de um ambiente diverso para a segurança das pessoas. “A Eletronuclear recebe essa assembleia não apenas como anfitriã, mas como participante comprometida com essa construção. Não estamos tratando apenas da pauta social, estamos falando das condições que fortalecem a confiança, a participação, o respeito mútuo e, consequentemente, a própria cultura de segurança que sustenta a nossa atividade. Ambientes em que as pessoas não se sintam valorizadas, respeitadas e incluídas não podem ser completamente seguros, nem para as pessoas e nem para a organização”, resumiu Raphael.
A declaração foi dada durante o primeiro dia da 43ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Comitê Permanente para Questões de Gênero, Raça e Diversidade do Ministério de Minas e Energia e Entidades Vinculadas (Cogemmev). O evento, realizado na semana passada, reuniu autoridades das empresas que participam do comitê. Durante três dias elas trocaram experiências e fizeram propostas de ações para que possam continuar evoluindo nas agendas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I).
Além do presidente, anfitrião do evento, participaram da abertura da assembleia representantes da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Agência Nacional de Mineração (ANM) e Ministério de Minas e Energia (MME). Entre os assuntos debatidos durante o primeiro dia do encontro estão o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, além da apresentação de diversos cases de inclusão e fomento à diversidade realizado pelas empresas.
A coordenadora do Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade da Eletronuclear, Heloísa Serra, também destacou a importância de a empresa sediar um dos dias do evento mais uma vez.
“Recebermos essa AGO é a reafirmação do compromisso da Eletronuclear com as pautas de diversidade, equidade e inclusão. Mais que isso, é uma oportunidade de troca de boas práticas, benchmarking e evolução”, avaliou Heloísa.
Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça
Ainda na semana passada, a Eletronuclear participou da cerimônia de entrega do 7º Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, no Instituto Serzedello Corrêa, em Brasília. A entrega foi feita pelo Ministério das Mulheres após a empresa executar uma série de medidas e iniciativas que demonstram a inclusão, permanência e ascensão de mulheres na companhia.
O presidente da Eletronuclear, Raphael Santos, também esteve presente neste evento e ressaltou que a conquista reflete o compromisso da companhia com a valorização das pessoas, a diversidade e a inclusão. “Este reconhecimento demonstra a evolução contínua da empresa na promoção de um ambiente mais justo, acolhedor e com igualdade de oportunidades. Seguiremos trabalhando para fortalecer práticas que contribuam para o desenvolvimento das pessoas e para a excelência da organização”, afirmou.
A conquista do selo ocorre após um ciclo iniciado em 2024, quando a Eletronuclear aderiu à sétima edição do programa, ao lado de mais de 100 empresas. Na ocasião, a companhia assinou um termo de compromisso com o Governo Federal, formalizando a implementação de um Plano de Ação voltado à eliminação de barreiras relacionadas ao acesso, à remuneração, à ascensão e à permanência de mulheres no mercado de trabalho.
Ao longo de 2024 e 2025, a empresa desenvolveu e executou ações estruturadas em oito dimensões estratégicas, incluindo recrutamento, capacitação, ascensão profissional, combate à discriminação e ao assédio, além de iniciativas voltadas à cadeia de relacionamentos e à comunicação institucional. Em março deste ano, foram consolidadas e enviadas as evidências exigidas para análise do Governo Federal.
A ministra de Estado das Mulheres, Márcia Lopes, destacou a importância da participação das empresas no selo inclusive no combate à violência contra a mulher. “O 5º relatório de transparência salarial apontou que nas empresas participantes do programa a desigualdade salarial entre homens e mulheres é 26,2% menor que a média nacional”.