A Prefeitura de Vassouras publicou, na tarde desta segunda-feira (1°), uma manifestação sobre um caso de violência ocorrido em uma das unidades escolares da cidade. Um aluno da instituição teria sido esfaqueado por outro estudante; embora o nome da escola não tenha sido divulgado na nota oficial da Prefeitura, o Correio Sul Fluminense recebeu a confirmação de que o incidente aconteceu Escola Municipal Deputado José Bento Martins Barbosa, no bairro Demétrio Ribeiro.
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Na nota, a Prefeitura informa que está tomando todas as providências necessárias para garantir o atendimento imediato da vítima e o acionamento das autoridades competentes. A equipe também informa estar acompanhando o caso de forma “rigorosa” e irá colaborar com as investigações, oferecendo quaisquer informações e suporte necessários. “Não mediremos esforços para prestar assistência à criança e à sua família neste momento delicado. A proteção, a segurança e a integridade de nossos alunos são prioridades absolutas e valores inegociáveis para a administração municipal”, acrescentou a equipe. A redação segue apurando o caso em busca de atualizações.
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Revolta
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Alguns responsáveis de alunos que estudam na instituição demonstraram preocupação e insatisfação com o nível de segurança da escola após o ocorrido. Em comentários nas redes oficiais da Prefeitura, pais afirmaram que, desde o ano passado, foram feitos “inúmeros” pedidos de ajuda em relação à segurança da escola, que já teria sofrido outros casos graves de falta de segurança; um dos relatos alegou que a escola sequer tem um porteiro. Eles também afirmam que tanto os alunos, quanto os próprios responsáveis, estão receosos em mandar seus filhos para as aulas enquanto providências não sejam tomadas.
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— Meu filho é da mesma turma do aluno que foi ferido. Só vou mandar ele pra escola se tiver revista nós alunos. Todos. Espero que não venham com desculpas sobre a revista nos alunos. Se tivessem feito essa revista, esse fato poderia ter sido evitado. E não é a primeira vez que um aluno entra armado na escola, que nem porteiro tem — afirmou um responsável.
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Uma mãe entrevistada pelo Correio Sul Flu
O Correio Sul Fluminense entrou em contato com a equipe da escola para questionar sobre suas normas atuais de segurança e saber se medidas futuras serão tomadas após o incidente. Não houve retorno até a publicação desta reportagem; o pronunciamento será publicado assim que enviado.