Suspeito é preso após se passar por aluno do UniFOA e fazer ameaças de atentado

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Reprodução/UniFOA

A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) informou que, em uma ação rápida e integrada entre a instituição, a Polícia Civil do estado do Rio Janeiro e de São Paulo e a Polícia Militar, um indivíduo foi detido para averiguação após realizar ameaças direcionadas a estudantes. O suspeito atuava em São Paulo e se passou por aluno do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).

Em um grupo de mensagens, anunciou que iria realizar ataques na unidade de Três Poços caso a situação com a precariedade do transporte universitário oferecido pela instituição não se resolvesse. Veja imagens.

As ameaças teriam sido enviadas no momento que alunos se organizavam para realizar um abaixo-assinado para a universidade realizar a compra de novos ônibus, já que, de acordo com os relatos, os atuais não comportam o número de estudantes e estão sucateados.

O suspeito teria ameaçado esfaquear os alunos e “se explodir” na secretaria da unidade com um colete de bombas caso o documento não fosse divulgado. O Correio Sul Fluminense teve acesso às mensagens e o suspeito ainda teria afirmado ter problemas psicóticos.

– Não mexam comigo. Se assegurem de que a FOA vai comprar mais ônibus, se não mês que vem cometerei um atentado. Dou até 01/04/2026. Não foi falta de aviso – afirmou. Em seguida, ele enviou um vídeo de um homem sendo decapitado, afirmando que ‘foi isso que fez com o último’.

Pouco depois, o homem teria enviado uma mensagem de desculpas ao grupo afirmando que o intuito era “fazer barulho” para adicionarem mais ônibus. “Só com um escândalo eles dariam atenção a isso. Perdão”, disse.

Confira a nota da FOA

“A FOA informa que, em uma ação rápida e integrada entre a instituição, a Polícia Civil do estado do Rio Janeiro e de São Paulo e a Polícia Militar, um indivíduo foi detido para averiguação após realizar ameaças direcionadas a estudantes. O suspeito atuava em São Paulo e nunca representou um perigo real à instituição, uma vez que enviou as mensagens apenas para causar pânico”, disse.