VR: Fevre afirma que comissão irá apurar ocorrência sobre suposta violação de provas do Concurso Público da Saúde

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Uma suposta violação do lacre do malote de provas que foram aplicadas durante Concurso Público da Saúde de Volta Redonda foram denunciadas por candidatos neste domingo (20). Em vídeos publicados nas redes sociais, os participantes do certame questionaram os procedimentos que foram adotados para recebimento das provas.

Procurada pelo Correio Sul Fluminense, a Fundação Educacional de Volta Redonda (Fevre) – responsável pela seleção – informou que a Comissão Organizadora diante do ocorrido irá se reunir para entender a situação e, posteriormente, se pronunciar oficialmente por meio do site do concurso.


O Concurso Público nº 003/2026 para a Secretaria Municipal de Saúde tinha como principal objetivo preencher vagas e realizar formação de cadastro de reserva para enfermeiro e técnico de enfermagem, com total de 355 vagas distribuídas para os dois cargos.


As remunerações previstas no edital seriam o salário de R$ 1.621,00, além de auxílio alimentação (R$ 350,00), gratificação social (R$ 200,00) e outras previstas em lei.


Autoridades se manifestam


O vereador Raone Ferreira (PT), se manifestou em suas redes sociais sobre a situação e que irá protocolar um ofício para cobrar questionamentos sobre o caso, inclusive, na Justiça se for necessário.


– Isso é absurdo. Não pode toda prova que temos da Prefeitura de Volta Redonda ter algum problema, seja com provas duplicadas, mudanças de horário. Essa prova acontece para acabar com os RPAs no município após uma série de denúncias que fizemos. Vamos acabar com esse excesso de comissionados – disparou.


O deputado estadual Jari Oliveira (PSB) também protocolou um ofício para solicitar informações sobre o ocorrido. O parlamentar também pede acesso à ata de ocorrência e aos demais registros produzidos durante a aplicação da prova, além de informações sobre o transporte, o recebimento e a conferência dos malotes.

– Não estou fazendo nenhum julgamento antecipado sobre o que aconteceu. A situação como essa precisa ser esclarecida. Os candidatos se prepararam, estudaram e confiaram que a prova seria realizada dentro de todas as condições de segurança e igualdade – afirmou Jari.