Residentes são apresentados ao H.FOA e marcam novo capítulo na integração entre ensino e assistência

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O H.FOA deu mais um passo importante em sua trajetória ao apresentar oficialmente os novos médicos residentes que iniciam, em 2026, os programas de Residência Médica da instituição. O momento simboliza não apenas o início de uma nova etapa na formação desses profissionais, mas também a consolidação de um projeto maior: transformar o hospital em referência em ensino e assistência à saúde.

De acordo com o diretor-executivo do hospital, Leonardo Prado, a implantação dos programas representa a concretização de um objetivo traçado desde a aquisição da unidade.

“Os programas de residência médica que estão iniciando agora no H.FOA são a representação máxima da integração entre ensino e saúde que desejamos desde o início. Iniciar esses programas já no segundo ano completo do hospital é realmente o nosso objetivo de integrar de forma plena o UniFOA com o H.FOA. É uma grande felicidade para nós”, destacou.

Leonardo reforça que a presença de residentes fortalece o propósito de tornar o H.FOA um verdadeiro hospital-escola.

“Ter residentes, assim como já temos internos, somando-se ao corpo clínico, é fundamental. Quando unimos ensino e assistência de qualidade, aprofundamos a análise dos nossos processos, das terapias e da abordagem ao paciente. Isso só tende a melhorar ainda mais a nossa qualidade.”

O coordenador-geral da residência médica do H.FOA, Dr. Júlio Meyer, explica que a implantação foi construída ao longo de quase dois anos, em um cenário de transição do ambiente exclusivamente acadêmico para o assistencial.

“Tivemos muitas reuniões e buscamos cooperação de todo o corpo clínico. Hoje temos praticamente 100% dos profissionais comprometidos com a formação dos nossos residentes. A expectativa é muito boa”, afirmou.

Segundo ele, a Residência Médica é o principal caminho para a formação de especialistas qualificados.

“A residência foi criada há mais de um século e é reconhecida oficialmente no Brasil pela Comissão Nacional de Residência Médica. É ela que garante o RQE, o reconhecimento de especialista. Para tomar decisões médicas com segurança, é preciso conhecimento. E esse conhecimento é consolidado na residência.”

Com 51 anos de formado em medicina, Dr. Júlio Meyer deixa um conselho, e uma exigência aos novos médicos: “Resiliência. Muita resiliência. O residente precisa entender que, acima de qualquer especialidade, ele escolheu cuidar de pessoas. Podemos ser especialistas em oncologia, cirurgia ou clínica médica, mas nossa verdadeira especialidade é cuidar de pessoas.”

Entre os novos residentes está o médico Júlio Fonseca, médico formado pelo UniFOA e integrante do programa de Oncologia Clínica. Ele destaca a estrutura oferecida pelo hospital como um diferencial importante.

“Eu espero aprender muito sobre oncologia e sobre o cuidado do paciente oncológico. Aqui temos um ambiente muito estruturado para esse tipo de atendimento. Quero desenvolver tanto a parte técnica quanto a acadêmica, com estudos clínicos e acompanhamento contínuo dos pacientes.”

Para ele, formar-se em uma instituição que é referência regional em oncologia traz ainda mais responsabilidade.

“O H.FOA é a principal referência oncológica da região, tanto na rede privada quanto pública. Pela quantidade de pacientes e pela estrutura oferecida, tenho certeza de que vou conseguir me tornar um grande profissional na área.”

Também ingressando na residência de Cirurgia Geral, a médica Thalia Ribeiro, formada em Minas Gerais, destaca que a escolha pela especialidade está diretamente ligada ao perfil desafiador e técnico da área.

“O que me motivou a escolher Cirurgia Geral é a possibilidade de unir o raciocínio clínico, a tomada de decisão rápida e a habilidade técnica. Além disso, é uma especialidade que permite acompanhar o resultado do nosso trabalho de forma mais imediata, o que traz um retorno muito significativo para o médico e para o paciente”, afirmou.

A médica Lanuzia Moura, formada em 2024 pelo UniFOA, também inicia sua residência em Clínica Médica. “É um prazer imenso continuar fazendo parte dessa instituição que marcou minha formação. Só tenho a agradecer por estar de volta.”

Já Júlia, também residente de Clínica Médica, não esconde a emoção. “Estou com uma ansiedade enorme, mas muito feliz por fazer parte do primeiro programa de residência do H.FOA. A recepção dos professores foi maravilhosa, me senti em casa novamente.”

Na Oncologia Clínica, o residente médico Rovane Mohallem destaca o peso emocional que envolve o cuidado ao paciente com câncer.

“A palavra ‘câncer’ ainda é muito temida. O paciente exige cuidado técnico e emocional, e a família também. Desde o diagnóstico, é um caminho de altos e baixos. Precisamos estar presentes não apenas como médicos, mas como apoio.”

Ele afirma que pretende se desenvolver tanto na prática quanto na produção científica. “Quero dominar a parte técnica e também investir na área acadêmica, com artigos e trabalhos científicos. Isso faz parte de uma formação completa.”

No programa de Cirurgia Geral, a médica Cléo Martins destaca a afinidade com a especialidade. “O que mais me motiva é a tomada de decisão rápida, o raciocínio ágil e o contato direto com o paciente. É uma área dinâmica e muito prática.”

Ela também ressalta a estrutura do hospital como fator decisivo. “Já conhecia o H.FOA desde a graduação. Tive contato com cirurgias robóticas, procedimentos por vídeo e uma estrutura de alta qualidade. Isso me fez escolher o programa daqui.”

A chegada dos residentes reforça o compromisso do H.FOA em unir assistência de excelência à formação de profissionais altamente qualificados. Com a integração entre corpo clínico, preceptores, residentes e internos, o hospital avança na construção de um ambiente que alia conhecimento técnico, humanização e inovação.

Mais do que formar especialistas, o objetivo é claro: formar médicos preparados para tomar decisões com responsabilidade, empatia e profundo compromisso com o cuidado às pessoas.