Secretaria de Cultura de Volta Redonda promove oficina de graffiti com alunos da rede pública no Santo Agostinho

Título do Post Incrível
Estudantes do Ciep 299 Jiulio Caruso participaram da atividade – com o tema ‘Hip-Hop: Identidade e Movimento’ – no Espaço das Artes Zélia Arbex. Foto: Júlio Araújo/SMC.

A Secretaria Municipal de Cultura (SMC) de Volta Redonda promoveu nesta terça-feira (10) a oficina de graffiti “Hip-Hop: Identidade e Movimento” no Espaço das Artes Zélia Arbex, na Vila Santa Cecília. A atividade reuniu alunos do Ciep 299 Jiulio Caruso, que vivenciaram uma manhã de aprendizado sobre a linguagem do graffiti, suas técnicas e seu papel na cultura urbana contemporânea.

Durante a ação, os estudantes puderam compreender o graffiti como uma forma legítima de expressão artística, ligada à história do Hip-Hop, ao território e às múltiplas identidades presentes na cidade. A oficina foi conduzida pelo graffiteiro Rafael Gusmão, que compartilhou experiências, conceitos e práticas do fazer artístico nas ruas, aproximando os jovens da arte urbana de maneira educativa e transformadora.

A coordenadora do Zélia Arbex, Renata Ferreira, destacou o papel do equipamento cultural na formação cidadã. “O Zélia Arbex é um espaço onde a formação e a arte se encontram. Aqui, o conhecimento ganha cor, voz e significado, ampliando horizontes e despertando talentos”, afirmou.

O projeto conta com a parceria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMDET) e reforça o movimento cultural como elemento fundamental para a construção da identidade urbana contemporânea, atuando como expressão artística, resistência social e valorização da diversidade.

O secretário municipal de Cultura, Anderson de Souza, ressaltou a importância de iniciativas que aproximam os jovens da cultura. “A cultura transforma realidades. Ao levar o graffiti para dentro dos nossos espaços e dialogar com a educação, fortalecemos a identidade, o pertencimento e a criatividade dos nossos jovens. Investir em cultura é investir em cidadania, inclusão e futuro”, destacou.

Ao final, a oficina reafirmou o graffiti como uma linguagem potente da arte urbana, capaz de comunicar histórias, provocar reflexões e promover a ocupação positiva dos espaços públicos, estimulando o respeito à diversidade e a construção coletiva da cidade.