Família busca patrocínios para a carreira de Lucas no esporte
Por Thomás de Paula
Se destacando desde jovem no Jiu-Jitsu, o atleta Lucas Motta da Escola de Jiu-Jitsu Arte Livre tem apenas 12 anos e vem crescendo na modalidade. O jovem de Volta Redonda começou a praticar Jiu-Jitsu com 4 anos de idade para seguir os passos de familiares que competem profissionalmente.
Conquistas e medalhas
Atualmente, Lucas é um atleta federado da Federação de Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro (FJJRio), da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ) e da Sport Jiu Jitsu South American Federation (SJJSAF), pelas quais o atleta disputa diversas competições de Jiu-Jitsu.
Pela região, Lucas competiu em diversos eventos de Jiu-Jitsu realizados em cidades como Barra Mansa e Resende, conquistando inúmeras medalhas.
Com cerca de 60 medalhas conquistadas desde o início de sua trajetória no esporte, Lucas Motta tem se mostrado um dos grandes talentos no Jiu-Jitsu da região Sul Fluminense. Em 2025, Lucas Motta disputou 12 competições de Jiu-Jitsu, conquistando 9 medalhas de ouro, 2 de prata e 1 de bronze. O atleta também já conquistou medalha no Aberto Robson Gracie, em campeonatos internos da academia, Jogos Estudantis, além de já ter disputado e conquistado a medalha de bronze no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, realizado na cidade do Rio de Janeiro.
Competições em março
Neste mês de março, Lucas terá duas competições para disputar, sendo uma delas o Aberto do Rio de Janeiro, onde ele é o primeiro colocado do ranking por quatro anos consecutivos, e segue em busca de se manter no topo pelo quinto ano seguido.
Alto custo
No entanto, o Jiu-Jitsu é um esporte de alto custo, e após a família do atleta não receber o suporte necessário através do bolsa-atleta, eles buscam patrocinadores para manter o jovem no esporte.
Luiz Cláudio, pai do atleta, falou sobre a dificuldade que a família tem enfrentado para custear a carreira do jovem no Jiu-Jitsu: “É um esporte um pouco caro, a gente necessita de ajuda porque toda vez que a gente vai competir precisa de combustível, alimentação e estadia, então isso pesa um pouco”, disse Luiz Cláudio, que completou: “Um sonho do meu filho também é um sonho meu, então não vou desistir do sonho do meu filho, por isso que a gente visa o patrocínio”, concluiu o familiar.