No mesmo dia em que a tragédia da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho-MG, completou sete anos e gerou lembranças e protesto sobre o descaso com as vítimas, um dique da Vale se rompeu entre as cidades mineiras de Congonhas e Ouro Preto e atingiu áreas da CSN Mineração. Em nota, a empresa de Benjamin Steinbruch confirmou o alagamento de áreas operacionais de sua unidade Pires, incluindo almoxarifado, oficinas e acessos internos. A empresa ressaltou, por meio da nota, “que suas estruturas de contenção de sedimentos estão operando normalmente e que acompanha a situação desde o início”. Informou também que as autoridades competentes foram comunicadas.
Vale diz que causas são apuradas
A Vale também se manifestou, por meio de nota, divulgada à imprensa,no início da tarde deste domingo: “O fluxo alcançou algumas áreas de uma empresa. Pessoas e a comunidade da região não foram afetadas. Como é praxe nessas situações, a Vale já comunicou os órgãos competentes e prioriza a proteção das pessoas, comunidades e meio ambiente. As causas do extravasamento de água estão sendo apuradas”.