A CSN enviou comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na quinta-feira, dia 18, informando que as negociações para a obtenção de um empréstimo com um grupo de bancos está em fase final e que a CSN Cimentos – um dos braços do conglomerado – será dada como garantia, entre outros ativos. A holding não divulgou mais detalhes da operação, que mexe com o mercado, e nem o valor que será liberado. No entanto, fontes ligadas ao grupo afirmam que as cifras devem atingir US$ 1,5 bilhão.
O montante seria usado para começar a reduzir a dívida bilionária que assombra Benjamin Steinbruch.
Conforme o balanço financeiro referente ao quarto trimestre de 2025, divulgado na semana passada, o valor da dívida líquida da empresa chega à casa dos 41,218 bilhões. Ou seja: a alavancagem aumentou para 3,47 vezes o Ebitda, acima das projeções. Também na quarta-feira, dia 18, a agência S&P Global rebaixou as notas da CSNA3 e da CSN Mineração. Motivo: o alto endividamento da empresa.