Jari volta ao DER para cobrar melhorias em rodovias estaduais do Sul Fluminense

Título do Post Incrível
Reeleito para mais quatro anos na Alerj, parlamentar se reuniu com a presidente do órgão e cobrou celeridade em obras na RJ-153, RJ-155 e RJ-163. Foto: Divulgação
🔊 Ouvir esta notícia
Velocidade:
A preparar voz...

O deputado estadual Jari Oliveira (PSB), reeleito no último domingo (4) para mais um mandato na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), voltou ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), na capital, nesta terça-feira (6), para cobrar a realização de obras e melhorias nas rodovias estaduais que cortam o Sul Fluminense.

Jari se reuniu com a presidente do DER-RJ, coronel Gabryela Reis Dantas. Entre as principais demandas apresentadas pelo parlamentar estão intervenções emergenciais na RJ-153, na Serra da Mutuca; na RJ-155, que liga Rio Claro a Angra dos Reis; e na RJ-163, principal acesso à região de Visconde de Mauá.

“As rodovias estaduais estão em um grande estado de abandono. Estivemos aqui no DER em julho, conversamos com a presidente e, depois, estivemos com diretores do órgão nas estradas da região, mostrando de perto as condições críticas de cada local. Fomos informados de que os processos licitatórios já estão em fase de conclusão para que as obras possam começar em breve”, afirmou Jari.

O deputado destacou que a situação das rodovias exige atenção não apenas pela necessidade de recuperação da pavimentação, mas também pela importância dessas estradas para a população e para a economia dos municípios da região.

“Precisamos garantir segurança para quem trafega pelas nossas rodovias. São vias importantes para o deslocamento da população, para o turismo e para o escoamento da produção. Infelizmente, deixaram essas estradas se deteriorarem e agora precisamos cobrar uma solução rápida e definitiva”, afirmou.

Durante a reunião, Jari também cobrou a adoção de contratos permanentes de conservação das rodovias estaduais. Segundo o parlamentar, além das obras de recuperação, é necessário garantir serviços rotineiros, como limpeza de canaletas e sistemas de drenagem, roçada e manutenção da sinalização.

“Não adianta fazer uma obra de recuperação e, depois, deixar a estrada novamente sem manutenção. Precisamos ter contratos de conservação para que problemas como mato alto, falta de limpeza da drenagem e deterioração da pista sejam identificados e corrigidos antes de se agravarem”, concluiu.